Vivemos em uma era em que se fala muito em tecnologia e internet. Com toda a evolução do mundo é difícil evitar esse assunto.
A internet surgiu na década de 90, mostrando facilidade e rapidez em disseminar informações e conectar pessoas de qualquer lugar do mundo com apenas um click, despertando o interesse de muitas pessoas inclusive dos ativistas.
O movimento ativista é considerado um protesto passivo, de greve ou de desobediência civil ou até mesmo de franca militância ativa, como acontece em invasões de terrenos ou propriedades, motins e em caso extremo, o terrorismo e a guerra civil.
Com a explosão do advento da internet surgiu o Ciberativismo que se define em uma forma de ativismo realizado através de meios eletrônicos, como a informática e internet.
O Ciberativismo surgiu como uma alternativa aos meios de comunicação de massa tradicionais que permitiu driblar o monopólio da opinião pública.
Utilizando da internet os ativistas tinham mais liberdade para expressar suas opiniões e causar muito mais impacto, até porque com a rapidez na transmissão da informação, muito mais pessoas recebiam as mensagens ao mesmo tempo em um curto período.
Digamos que no “mundo real”, as formas de manifestações mais comuns, como exemplo as passeatas, abaixo assinados, petições e atos de vandalismos, podem também ser feitos através da Web, os sites podem ser invadidos e ter o seu conteúdo modificado ou então organizações de passeatas virtuais para boicotar algum site impedindo que seu conteúdo seja acessado por outras pessoas. Há inúmeras formas de praticar o Ciberativismo, além das citadas acima, há também abertura de fóruns de discussões sobre determinado assunto, pode-se, por exemplo, escrever e-mail para representantes políticos exigindo providências.